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Cacém, Sintra, Lisboa, Portugal
"Ciência, uma aposta na qualidade de vida”, foi o tema de que resultou na idealização de um protótipo. Este faz uso de três tipos de diferentes energias renováveis: a energia microbiológica, o biogas e o hidrogénio, também conhecido com “ o combustível do futuro”. O projecto tem uma forte componente biotecnológica, na medida em que tem como base a utilização de microrganismos e das suas capacidades para a produção de biogas e, em condições de anaerobiose, a produção de electrões que, ao ingressarem num circuito eléctrico externo, promovem a passagem de corrente eléctrica. Para além das componentes científicas, ao desenvolver-se o projecto, procurou-se também abordar os benefícios que advêm da utilização do prototipo, bem como dos impactos ambientais e socioeconómicos. Contacto:bacteria.fotao@gmail.com

Experiências falhadas

No início do terceiro período, realizaram-se algumas experiencias que tiveram de ser desprezadas. A experiência consistia em verificar como variava a intensidade da corrente eléctrica com a variação da concentração dos microrganismos em estudo, no caso, a bactéria E.coli

                Como normalmente, tínhamos efectuado algumas previsões quanto aos resultados que deveriam ser obtidos. Com a diminuição da quantidade de microrganismos por unidade de volume, existiria menos libertação de electrões dos compostos orgânicos metabolizados pelas bactérias e, consequentemente, o número de electrões a ingressar no circuito eléctrico é menor. Visto a intensidade da corrente depender da quantidade de carga e sendo os electrões as unidades transportadoras de carga, ao diminuir a quantidade de bactérias, diminuem-se as unidades transportadoras de carga no circuito. Era então de se esperar que a variação da intensidade da corrente eléctrica variasse de forma directamente proporcional à variação da concentração de 
E. coli no meio. Esses não foram os resultados obtidos.
 
  Nos resultados obtidos, com a diminuição da concentração de microrganismos no meio, a intensidade da corrente eléctrica podia subir ou descer: Não apresentava existir uma relação directa entre as duas variáveis em estudo. Veio posteriormente a constatar-se que a condutividade eléctrica das grafites que serviam de eléctrodos era diferente. A condutividade eléctrica tem influência na velocidade das cargas, neste caso, dos electrões, pelo meio, no caso, as grafites. Se a condutividade era menor, por unidade de tempo passariam menos electrões no fio. Sendo a intensidade da corrente eléctrica definida como a quantidade de carga por unidade de tempo, a intensidade medida em materiais com diferentes condutividades eléctricas varia.
  As diferentes condutividades eléctricas das grafites utilizadas impossibilitaram a obtenção de resultados viáveis.

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Pelo que pode observar neste blog, este projecto tem como finalidade:

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